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O Fim de uma Era: Encerramento das atividades

Em comemoração ao aniversário de 2 anos do Blog (nossa, nem acredito que essa bagaça conseguiu completar 2 anos ininterruptos de atividade), posto um belo vídeo.

Vejam e reflitam sobre ele.

Aliás, aproveito a oportunidade para comunicar, que estou passando para o lado OFF, ou em outras palavras, encerrando as atividades do Blog :*(

Quando criei esse espaço, o fiz para por em prática, um passatempo pessoal: "arquivar" as doideiras da Internet nesse pequeno espaço.. Só isso!

Com o passar do tempo, o blog engatinhou, caiu, começou a andar e cresceu um pouco (no total, foram 113 mil visualizações de páginas daqui)!!

Aos que não acreditam, abaixo do vídeo, seguem as estatísticas gerais do Blog... Reparem que ultrapassou as fronteiras do Brasil, e foi acessado por países que nunca imaginaria que pudesse vir nesse pequenino espaço.

Enfim, a razão pelo encerramento das atividades, é que, postar no blog, um mero passatempo, passou a ser obrigação, fato incompatível com a minha atual fase de vida...

O blog ficará ativo, só não haverá mais posts novos....

Fico por aqui, desde já agradecendo a paciência, os acessos, as curtidas, as sugestões e os envios!

O "sucesso" do blog só aconteceu por causa de vocês!

Muito Obrigado!

SilvioJr.







Opinião: O riff e a onomatopeia

Eu, como consumidor voraz de hard e metal, sejam nacionais ou estrangeiros, concordo plenamente com a opinião do Seelig, abaixo transcrita!

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"Onde está o rock brasileiro? Por onde ele anda? Quem o está produzindo hoje em dia? Quais são as boas bandas que temos no país fazendo rock de qualidade, agora, neste momento? (Um aviso: estamos falando de rock e não de heavy metal. Como você é uma pessoa inteligente, sabe muito qual é a diferença entre um gênero e outro, não é mesmo?)

Essa é uma pergunta que pode ter várias respostas. Você pode responder que não há uma cena rockeira atual convincente, mas estará errado. Você pode dizer que o rockBR continua sendo feito pelos mesmos nomes de sempre, aqueles que vieram ao mundo durante as décadas de 1980 e 1990, e não estará errado. As variáveis são muitas, e todas elas passam por uma questão bastante clara: o rock brasileiro atual não chega até os ouvidos de seus consumidores.

Você está louco, dirão os mais apressados. Não, não estou. Se pegarmos a cena rockeira da década de oitenta, por exemplo, observaremos exatamente o oposto que ocorre agora: a produção das bandas chegava até os ouvintes, as músicas invadiam nossas casas e nossas vidas. Hoje, esse processo não se dá com o rock, mas com outros estilos, como o sertanejo universitáro, onipresente em todo o Brasil.

É claro que o rock nunca deixou de ser produzido no Brasil, mas é justo perguntar por onde ele anda, já que, com o seu afastamento do mainstream e das grandes massas, ficou mais difícil para as novas bandas chegarem até um novo público.

Qual foi a última grande banda de rock surgida no Brasil? NX Zero? Não. Cachorro Grande? Ótimos, mas nunca foram um fenômeno de popularidade. Los Hermanos? Foram um fenômeno de público, com seguidores fanáticos, mas não eram necessariamente uma banda de rock. Raimundos? Sim, provavelmente. E quando foi isso? No início da década de 1990. Estamos em 2013. Um longo tempo, não?

Hoje, há uma inversão na realidade quando a comparamos aos anos 1980 e 1990. O rock não é mais a música da juventude  brasileira. Não, não é mesmo. Não analise isso pensando apenas na realidade das grandes cidades como São Paulo. Olhe de maneira mais abrangente. Olhe o Brasil como um todo. O que os jovens escutam hoje em dia? Outros sons, não o rock. O sertanejo universitário é o atual pop brasileiro. Ivete Sangalo e Cláudia Leitte ocuparam o lugar de Renato Russo e Cazuza. São esses artistas que possuem identificação com a geração atual, identificação essa que pertencia às bandas de rock há alguns anos atrás.

O riff foi trocado pela onomatopeia. Antigamente, um jovem de 14, 15 anos, compunha riffs imaginários em sua mente, influenciado pelas bandas que ouvia. Hoje, um adolescente de 15 anos imagina onomatopeias, influenciado por nomes como Michel Teló e Gustavo Lima. Tche-tche-tche-tche-rê-rê-rê-rê ... Não há mais conteúdo na música que é consumida hoje, em grande escala, Brasil afora. É tudo com uma qualidade rasteira, com arranjos simples e melodias derivativas, onde, em alguns casos, até a letra que está sendo cantada se transformou em um acessório de luxo.

Para um país como o nosso, com a tradição musical como o Brasil, reconhecido em todo o mundo como o berço de uma das músicas mais respeitadas do planeta, berço de gênios como Tom Jobim, Vinícius de Moraes, João Gilberto, Gilberto Gil e muitos outros, trata-se de uma volta à Idade da Pedra. Regredimos, estamos rastejando, atolados em um cenário que não cheira nada bem.

Em relação ao rock, como já dito antes, ele deixou de ser a trilha da maioria da juventude brasileira, substituído por outros gêneros com maior apelo junto a esse público. Naturalmente, por esse motivo, as vias que a nova produção rockeira, que as novas bandas, tinham para chegar até os ouvintes, diminuíram. De nada adiantam “rádios rock” que tocam as mesmas velhas canções de sempre, revezando-se entre “Smoke on the Water”  e “Exagerado”, “Stairway to Heaven”  e “Faroeste Caboclo”. De nada servem casas de shows que preferem contratar bandas cover a artistas autorais. Aqui em Florianópolis, cidade onde resido, ao andar pelas ruas um desavisado pensará que está em Los Angeles ou Londres devido aos imensos cartazes que anunciam shows de nomes como U2, Guns N´ Roses, Iron Maiden e Rolling Stones – todos eles, claro, com um minúsculo adendo “cover” ao lado.

É claro que eu sei que o rock não morreu em nosso país, e jamais irá morrer. Há ótimas bandas em todos os cantos. Tomada, Baranga, Pedra (que voltou recentemente), Cachorro Grande, O Terno ... A lista é grande. Porém, as músicas dessas bandas precisam chegar não apenas até os meus ouvidos, mas aos ouvidos de uma parcela muito – muito, mas muito mesmo – maior de pessoas. A utopia é que uma composição do Tomada tenha a mesma popularidade do sucesso atual de Michel Teló – algo que, na realidade atual, é impossível de acontecer.

Mais espaço nas rádios, mais espaço nos palcos, mais espaço na imprensa, mais espaço em todos os lugares: é isso que o rock brasileiro de qualidade, bom de verdade, precisa. Se isso não acontecer, ele seguirá sendo, cada vez mais, um gênero relegado a um nicho específico, algo que está longe da tradição do estilo em nosso país."


Como as pessoas se comportam num evento hoje em dia



A imagem acima, registrada na semana passada, mostra o presidente Barack Obama discursando sobre a reforma da saúde no Prince Georges Community College, na cidade de Largo, em Maryland, EUA. O que chamou a atenção foi que apenas uma pessoa – o jovem à esquerda – estava de fato assistindo ao discurso. As outras estavam capturando a ação através de seus smartphones, tablets, câmeras digitais ou tomando algum tipo de nota. Registram o momento para a posteridade e esquecem de viver o presente. 
“Eles estão lá, mas não estão lá de fato”...

This Photo Sums Up How People Take In Live Events These Days

Humor Negro: Chaves é coisa do capeta

Gente, vejam essa matéria lá da Bula.

Céticos e adoradores do seriado (como eu) dirão que isso é uma Teoria da Conspiração!

Chaves


"Sartre escreveu em sua famosa peça “Entre Quatro Paredes”, de 1945, que “o inferno são os outros”. Não existe uma definição universalmente aceita sobre o conceito de in­ferno na tradição teológica oci­dental. Segundo o historiador Jean Delumeau, no livro “Entrevistas Sobre o Fim dos Tempos”, o catolicismo tradicional, apoiando-se em Santo Agostinho, apregoava a “existência de um lugar de sofrimento eterno para aqueles que tiverem praticado um mal considerável nessa vida e dele jamais se tenha arrependido”. Essa noção, um tanto incongruente com a imagem de um Deus misericordioso, não prosperou fora do imaginário po­pular, sendo substituída pela so­lução do Purgatório, desenvolvida no século II, sobretudo, por Orígenas. Nin­guém mais estaria condenado para sempre, embora, excetuando-se os santos, todos tivessem que passar por um período variável de purificação, com a garantia da salvação ao final. Santo Irineu discordava. Para ele, “os pecadores confirmados, obstinados, se apartaram de Deus, também se apartaram da vida”. Portanto, após o julgamento final, os condenados seriam simplesmente apagados da existência.
A polêmica continuou pelos séculos dos séculos, com novos debatedores: Tomás de Aquino, Lutero, Joaquim de Fiore. Na literatura, Dante e Milton criaram visões poderosas do inferno. O trio de condenados de Sartre, os cenobitas sadomasoquistas de Clive Barker e os pecadores amaldiçoados de Roberto Bolaños são recriações contemporâneas perturbadoras.
Sim, Roberto Bolaños. Não, não se trata do falecido ficcionista chileno Roberto Bolaño (1953–2003), autor do calhamaço “2666”. O Bolaños com S é um artista infinitamente superior. Refiro-me ao ator, escritor e diretor mexicano Roberto Gómez Bolaños, apelidado, num exagero quase perdoável, de Chespirito, ou “Pequeno Shakespeare” à mexicana. Ele é o criador de uma das mais sutis, brilhantes e temíveis representações do inferno em qualquer das artes: o seriado “Chaves”. Se, conforme ensinou Baudelaire, “a maior artimanha do demônio é convencer-nos de que ele não existe”, podemos concluir que esse mesmo demônio não iria apresentar seus domínios por meio de estereótipos: escuridão, chamas, tridentes, lava. Em “Chaves”, verdadeiramente, “o inferno são os outros”.
Bolaños encheu sua criação de sinais que devem ser decodificados para que se revele seu verdadeiro sentido de auto moralizante. O primeiro e mais importante é o título. Originalmente, o seriado chama-se “El Chavo Del Ocho”, ou traduzindo do espanhol: “O Moleque do Oito”. Ninguém sabe o verdadeiro nome do protagonista, que nunca foi pronunciado. Cha­mam-no apenas de “Moleque”. O nome próprio Chaves é uma adaptação brasileira, uma corruptela da palavra “chavo”. É certo que um “chavo”, ou “moleque”, é quem faz molecagens; quem subverte a ordem do que seria moral e socialmente aceito como correto. Em livre interpretação, o “moleque” é um pecador. Portanto, o seriado trata de pecados. Não de pecados mortais, pois do contrário dificilmente seus personagens gerariam simpatia, mas, com certeza, de pecados capitais.
Ao contrário do que muitos acreditam, o protagonista não mora em um barril, mas na casa número 8. Sendo órfão e morador de rua, foi recolhido por uma idosa, que jamais foi mostrada; e que talvez não exista. Se existir é a morte materializada, pois habita o 8. Basta deitar o numeral 8 que obtemos o símbolo do infinito. A morte é infinita, pois não há vida antes da vida e após a vida volta-se a condição anterior. A vida pode ser medida pelo tempo, o antes e o depois é, por definição, infinito. O nada infinito, a graça infinita ou a purgação infinita.
Essa vila do “8” nada mais é do que um pedaço do Inferno, especialmente preparado para receber seus hospedes, mortos e condenados no julgamento final. Uma variação cômica de “Entre Quatros Paredes”, onde duas mulheres e um homem (além de um mordomo… mas o comunista Sartre não considerou o representante da classe proletária um personagem pleno) são obrigados a se suportarem mutuamente pela eternidade, num ciclo infindável de acusações e violência. Não é difícil imaginar a cena: Chiquinha chuta a canela de Quico e faz seu pai pensar que o menino foi o agressor, enervado Seu Madruga belisca Quico, que chama Dona Florinda, que acerta um tapa no vizinho gentalha, que descarrega a raiva no Moleque, que atinge o Seu Barriga quando ele chega para cobrar o aluguel. Enquanto isso, o professor Girafales, queimando de desejo, bebe café, com um buquê de rosas no colo, sem desconfiar a causa, motivo, razão ou circunstância de tanta repetição.
O cenário é um labirinto rizomático, sem centro, começo nem fim. Saindo da vila caem em uma rua estreita que leva a um pequeno parque, um restaurante e uma apertada sala de aula. As variações, como Acapulco, são exceções que confirmam a regra. O universo dos personagens se resume a esse espaço claustrofóbico, onde um ambiente leva a outro que leva a outro que leva a outro, indefinidamente.
Os pecados que cometeram em vida transparecem em suas características, medos e frustrações. Chaves, o Moleque, sempre faminto, cometia o pecado da gula. Glutão inveterado, sua preferência por sanduiche de presunto indica desprezo pelas leis de Deus, que proibiu o consumo de porco, esse animal sujo e de pé fendido. Inimigo de qualquer autoridade moral, apelidou seu professor de “Mestre Linguiça”, outra referência a malfadada iguaria suína.
Seu Madruga, que têm muito trabalho para continuar sem trabalhar, cometia o pecado da preguiça. Exigem redobrados esforços suas estratégias de fuga, para não pagar os indefectíveis 14 meses de aluguel. Que nunca se tornam 15 meses, denotando que a passagem do tempo está suspensa. Não é necessário lembrar que 7 + 7 é igual a 14 e que, na tradição crística, 70 x 07 simboliza o infinito. Da mesma forma que o 8, o símbolo de adição deitado torna-se o de multiplicação. Deus mora nos detalhes.
A ganância de Seu Barriga é óbvia. Quem mais cobraria o aluguel mensal praticamente todos os dias? Os golpes que o Moleque lhe aplica sempre que chega a vila faz parte de sua punição. O fato de possuir como veículo uma Brasília amarela liga-o imediatamente ao país Brasil, indicando que em vida deve ter se envolvido em escândalos de corrupção. Terry Gilliam não escolhe títulos ao acaso.
O pequeno marinheiro Quico, o menino mais rico da vila, é movido pela inveja. Sempre que vê um de seus pobres vizinhos se divertindo com um surrado brinquedo, cobiça aquela alegria simplória e vai buscar um dos seus, sempre maior e melhor, mas que nunca lhe dá satisfação. O brinquedo do outro, mesmo sendo obviamente inferior, sempre lhe parece mais interessante. Um círculo vicioso de inveja, jamais saciada.
Chiquinha é marcada pela personalidade intolerante, raivosa. Imitando o Pateta, usava o automóvel como uma arma potencializadora de sua ira. Morrendo em uma briga de trânsito, na vila, tenta fazer o mesmo com o triciclo. Não foram poucas as vezes que atropelou pés e brinquedos. Mas a musa que canta a ira do poderoso Aquiles não se ocupa da ira insignificante de Francisquinha. Sendo a menor e fisicamente mais fraca da vila, só lhe resta chorar, chorar e chorar.
Dona Florinda e o Pro­fessor Girafales foram libertinos do porte do Marquês de Sade e Messalina (ou os próprios). Mestres na arte da luxúria, acabaram condenados a eternidade de abstinência sexual. Frigida e impotente, a mente almeja, mas o corpo não acompanha. Consomem infindáveis xícaras de café que, com propriedades estimulantes, alimentam ainda mais o fogo que não podem debelar. O professor Girafales fuma em sala de aula não porque “El Chavo Del Ocho” foi gravado antes da praga politicamente correta, mas devido ao fato dele ser portador do célebre cacoete pós-coito de acender um cigarro, fazer um aro de fumaça no ar e perguntar “foi bom para você?”. Incapaz de cumprir a primeira parte do ritual erótico, involuntariamente reproduz a segunda. Não por acaso, a trilha sonoro de seus encontros é a mesma de “… E o Vento Levou”. A frase final do filme é “amanhã será outro dia”. Na vila, sempre haverá outro dia e outra xícara de café.
Dona Clotilde, a bruxa do 71, padecia de extrema vaidade. O gênio de Bolaños teve a sutileza de convidar uma ex-miss, a espanhola Angelines Fernández, para interpretar a personagem. Novamente o signo de uma condenação eterna aparece: 71 nada mais é do que 7+1=8. O animal de estimação de Dona Clotilde, significativamente chamado de Satanás, chama atenção para outro elemento importante. A presença de diversos demônios errantes na vila. Trata-se de uma besta transmorfa. Em alguns episódios satanás é um gato, em outros um cão. Diferente do paradoxo do coelho-pato de Jastrow, Wittgenstein e Thomas Kuhn, que servia ao desenvolvimento da razão, o gato-cão é uma representação do misticismo, o cão em “pessoa”.
Em 1589 o teólogo Peter Binsfeld, no livro “Binsfeld’s Classification of Demons”, estabeleceu que cada um dos sete pecados capitais possui um patrono infernal. Sintoma­tica­mente, Lúcifer, nome pelo qual muitos chamam satanás, gera a vaidade. Os outros são Asmodeu que gera a luxúria, Belzebu a gula, Mammon a ganância, Belphegor a preguiça, Azazel a ira e Leviatã a inveja. Não nos enganemos: eles rondam a vila. Aparecem circunstancialmente, para promover desordem, dor e tentação.
Se o gato-cão Lúcifer/Satanás ajuda a difundir o boato de que Dona Clotilde é uma bruxa, me parece óbvio que a bela menina Paty e sua tia Glória são Belzebu e Belphegor metamorfoseados em súcubos, demônio sexuais femininos, prontos para atiçar outros apetites no Moleque e tirar Seu Madruga de seu estado de letargia. Por sua vez, o galã de novelas Hector Bonilla, que visitou a vila, nada mais é do que Asmodeu na forma de um íncubo, demônio sexual masculino, com a missão de tumultuar a relação do casal de libertinos castrados. Nhonho é Mammon, instigando o pai avaro a gastar. Popis é Azazel, esmerando-se em despertar a ira de Chiquinha com sua futilidade enervante. Godinez é Leviatã atiçando a inveja de Quico, com suas respostas tão certeiras quanto involuntárias ao Mestre Linguiça. Figuras de pouca relevância como Dona Neves, Seu Furtado, os jogadores de ioiô, os alunos anônimos na escola, os clientes do restaurante, o pessoal do parque e do festival da boa vizinhança, além de outros coadjuvantes, são entidades demoníacas menores, com a função de criar a ilusão de normalidade.
De fato, os frequentadores da vila parecem inscientes de sua condição. Os adultos por serem alto-centrados. As crianças por estarem duplamente amaldiçoados, regredidos a condição infantil, talvez como espelho da imaturidade emocional que os levaram a conduta pecadora. Enquanto muitas pessoas sonham em possuir a experiência da maturidade em um corpo jovem, eles mantiveram o corpo que possuíam na hora da morte, mas quase sem nenhuma experiência. Essas são as sutilezas da burocracia infernal.
O carteiro Jaiminho, em sua função de portador de mensagens, é o único representante do lado de cá. Um médium que tenta fazer contato com essa outra dimensão. Seu constante estado de fadiga é resultado do esforço sobre-humano necessário para cruzar as dimensões. Prova disso é a descrição que Jaiminho dá de sua terra natal, Tangamandápio. A despeito de existir de fato, sendo localizada a noroeste do Estado mexicano de Micho­acán, trata-se de uma alegoria. Se­gundo o carteiro, tudo em Tangamandápio é colossal. Seria maior do que Nova York e teria uma população de muitos milhões de habitantes. O que poderia ser tão grande? Obviamente, ela não se refere a uma única localidade isolada, mas a todo o planeta; a terra dos vivos. As cartas que transporta são psicografias e a bicicleta que nunca larga, apesar de não saber andar, nada mais é do que um totem, ao estilo de “A Origem”, necessário para que possa voltar para realidade.
Em “El Chavo Del Ocho”, Bolanõs, o Camus asteca, criou sua própria versão do mito de Sísifo. O Moleque e companhia estão condenados a empurrar inutilmente por uma ladeira íngreme essa imensa pedra chamada cotidiano, que sempre rola de volta, obrigando-os ao tormento do eterno retorno. A pedra de Quico é quadrada, não rola, desliza. É cômico, apesar de trágico."

UMA SENHORA DE CORAGEM - BRASIL ACORDOU

O Blog é de Humor, mas não tem como não postar um vídeo desses.

Detalhe: Este post não significa que estou "do lado" de determinado grupo (manifestantes x Governo-Polícia). Como sabem, não me filio a nenhum partido político... Enfim!

Apenas estou divulgando o vídeo, apenas, para reflexões...



OBS: Atualizo o post com a coluna veiculada na CBN, na manhã de ontem..

Basta dar PLAY abaixo!

Vídeo do ataque terrorista na Maratona de Boston

O vídeo mais visto no mundo hoje...

Muito tenso!

Esse é o Brasil

Uma vergonha...

Matéria do Valor Econômico.


Opinião – Carros-tomate: por que alguns modelos ficaram tão caros?


Hyundai Elantra Vermelho
HYUNDAI ELANTRA VERMELHO É SÓ PARA ILUSTRAR, POIS AQUI SÓ PRETO, PRATA E BRANCO
"Nas últimas semanas, o simples tomate da saladinha diária e do molho da pizza foi elevado à categoria “artigo de luxo”, com o quilo do item chegando a impensáveis R$ 10. Com a alta, é claro, o fruto se tornou o novo símbolo de revolta dos consumidores brasileiros. A história, como sempre, recai sobre aquela velha pergunta: afinal, por que tudo no Brasil é tão caro? Ou se torna caro?
Hyundai HB20S
Safra fraca do tomate à parte, essa queixa de preços altos é bem conhecida aqui do nosso lado do balcão, no setor automotivo. E nas últimas semanas alguns lançamentos só reforçaram essa tese. A Hyundai liderou a lista de reclamações, tanto em seus modelos importados como também na versão sedã de seu compacto nacional, feito em Piracicaba (SP), e, portanto, sem a “desculpa” de pagar o super IPI dos estrangeiros. O fato é que o HB20S de entrada, com motor 1.0 e sem freios ABS, já começa acima dos R$ 39 mil. Para efeito de comparação, o rival Chevrolet Prisma parte de cerca de R$ 35 mil.
Mas o verdadeiro disparate aconteceu com os importados da marca, sob a responsabilidade do Grupo Caoa. Outro dia uma amiga que não é nada ligada em carros veio me perguntar que modelo ela comprava, depois de sete anos com o “Kazinho” 1.0 dela. Disse que tinha gostado bastante do i30 e estava tentada pelo preço, na faixa de R$ 50 mil. Na hora saquei que ela tinha visto um dos últimos i30 do modelo antigo que ainda estão na loja. “Sim, o antigo. Aliás, aquele novo custa R$ 75 mil por que, se tem motor 1.6 contra 2.0 do anterior?”, ela indagou. Engasguei na resposta.
Novo i30 2013
Seja pelo super IPI, pelo peso dos demais impotos ou pela política de cobrar mais caro no lançamento (a conhecida relação entre oferta e procura), já conhecida do Grupo Caoa, o fato é que o i30 saiu da lista de carros com ótimo custo-benefício para a lista dos carros-tomate, ou seja, aqueles com preço altamente inflacionado. Afinal, por mais que a nova geração do hatch médio coreano tenha evoluído em design e traga mais equipamentos, nada justifica um aumento dessa proporção. E quando as críticas pareciam exclusivas ao i30, a nova versão do Elantra, agora com motor 2.0 flex e mais equipada, chega por mais de R$ 96 mil. É um sedã médio (do nível de Honda Civic e Toyota Corolla) mais caro que um Ford Fusion 2.5 Flex, que um BMW 116i e quase no preço do novo Mercedes Classe A. Ah, e tem mais: não faz muito tempo um Sonata 2.4, irmão maior do Elantra, era vendido por R$ 95 mil.
Novo Kia Cerato 2014
Passando à outra marca coreana, a Kia acaba de apresentar o novo Cerato no Brasil. Sim, o Cerato, aquele sedã que tinha preço quase de compacto e tamanho quase de médio, e que assim obteve grande sucesso nas vendas para um modelo importado. Em 2009 chegou a ser vendido por R$ 49.900 na versão de entrada, que trazia basicamente o mesmo motor 1.6 oferecido agora (só que não flex). Pois bem, o novo estreia por R$ 67.400. Ainda que mais equipado, o projeto não evoluiu tanto assim para que o patamar de preço subisse mais de 30%. A Kia culpa o IPI elevado e a não entrada no regime Inovar-Auto, pela indecisão sobre a fábrica da marca no país. Mas o fato é que muita gente que admirava o Cerato agora vai conferir as belas linhas do novo modelo apenas pela vitrine das concessionárias.
Carros no Brasil são caros por uma série de fatores, e todos sabem disso. Mas a questão é que existem casos que chamam mais a atenção. E, importante, os exemplos não ficam somente nas tabelas da Hyundai ou da Kia. Usei essas marcas no texto apenas por se tratarem de casos mais recentes, que todos estão comentando. Minha sincera opinião? A decisão está na sua mão, caro consumidor – e isso vale para o tomate e para os carros. O tomate está caro? Então deixe ele lá na feira e troque o molho da macarronada pelo branco até que o valor da fruta volte a níveis aceitáveis. O que não falta é opção, seja no supermercado ou no mercado automotivo…"

Redes sociais podem acabar com amizades reais, aponta pesquisa


"Nos EUA, uma em cada cinco pessoas reduziu contato pessoal com alguém na vida real depois de briga pela internet

REUTERS 10/04/2013 - 17h00
Desrespeito e insultos on-line estão acabando com amizades, à medida que as pessoas estão ficando mais rudes nas mídias sociais, revelou uma pesquisa, que também mostrou que dois em cada cinco usuários cortaram relações após uma briga virtual.
Assim como o uso das mídias sociais cresceu, a falta de civilidade também aumentou, com 78% de 2.698 pessoas entrevistadas tendo relatado um aumento das grosserias na Internet. As pessoas não hesitam em ser menos educadas on-line do que ao vivo, segundo o levantamento. Uma em cada cinco pessoas reduziu seu contato pessoal com alguém que conhece na vida real depois de uma briga pela internet.
Joseph Grenny, co-presidente da empresa de treinamento corporativo VitalSmarts, que conduziu a pesquisa, disse que as brigas on-line muitas vezes se tornam brigas na vida real, com 19% das pessoas bloqueando ou cancelando amizades com alguém por causa de uma discussão virtual.
- O mundo mudou e uma parte importante das relações acontece online, mas os modos ainda não acompanharam a tecnologia - disse Grenny. - O que é realmente surpreendente é que muitas pessoas desaprovam esse comportamento, mas as pessoas ainda estão fazendo isso. Por que você xingaria on-line, mas nunca na cara da pessoa?
Dados do Pew Research Center mostram que 67% dos adultos conectados à Internet nos Estados Unidos usam sites de redes sociais, dos quais o Facebook é o mais popular, enquanto os últimos números mostram que mais da metade da população britânica tem conta no Facebook. A pesquisa acontece após uma série de desentendimentos pela Internet envolvendo personalidades, que atraíram grande atenção da mídia.
O jogador de futebol britânico Joey Barton, do Olympique de Marseille, foi convocado pelo comitê de ética da federação francesa após chamar o zagueiro brasileiro Thiago Silva, do Paris St Germain, de "travesti acima do peso" no Twitter. O boxeador Curtis Woodhouse foi amplamente elogiado após ter rastreado uma pessoa no Twitter que o chamou de "desgraça completa" e uma "piada" após uma derrota, indo até a casa do autor das críticas para cobrar um pedido de desculpas.
Grenny disse que os entrevistados tinham suas próprias histórias, como uma família que não se fala há dois anos porque um homem publicou na Internet uma foto embaraçosa de sua irmã e recusou-se a removê-la. Em vez disso, espalhou a foto para todos os seus contatos. As tensões nos locais de trabalho também foram transferidas para conversas através da Internet, nas quais funcionários falam de forma negativa de um companheiro.
- As pessoas parecem ser conscientes de que este tipo de conversa importante não deve acontecer nas mídias sociais, mas, apesar disso, também parecem ter o impulso de resolver as emoções de forma imediata e através deste tipo de canal - disse Grenny."
Reuters

A pergunta não vai calar...

"A cada dia que passa são revelados mais “podres” do Engenhão — reportagem do Globoesporte.com denuncia material de construção vagabundo; sistema elétrico deficiente; parte hidráulica em condições deploráveis; telões de quinta categoria e por aí vai. Quanto mais se mergulha na nebulosa história da construção do maior símbolo do “legado” do Pan, mais se evidencia a escandalosa irresponsabilidade de nossos políticos e dirigentes esportivos. Só não se responde à pergunta que não quer calar: de quem é a culpa? Quem pagará a conta? Quem garante que os estádios da Copa não estão sendo erguidos ou reformados da mesma forma?"
Renato Maurício Prado

Estou chocado

Apenas assistam e tirem suas próprias conclusões..

Esse Pastor, simplesmente, é o Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.

Estamos perdidos!

Rio de Janeiro, purgatório da beleza e do caos

Nunca divulguei um vídeo desses no Blog, até porque acho totalmente desnecessário, pois o Blog não tem esse foco, e, também, todos sabem que esse tipo de coisa acontece no RJ.

O vídeo tem imagens muito fortes!!

Mas acabei postando, pois vendo o vídeo até o final, fiquei pensando ao mesmo tempo: qual será o destino de nossa cidade e de seus moradores?







Passageiros continuam a enfrentar problemas nas barcas da travessia entre Rio e Niterói

Como a tarifa deste serviço aumentou hoje para R$ 4,80 (!!!!), posto uma matéria veiculada na semana passada no Bom Dia Brasil...

E viva as Caravelas de Cabral!!

OBS: As novas embarcações não estão atendendo à grande massa (Niterói e São Gonçalo), mas sim, Ribeira e Charitas ..

Enquanto Isso, No Centro Do Rio...

"Alô, polícia! Uns cinco ambulantes vendiam sexta, perto da esquinas das ruas Uruguaiana com Sete de Setembro aparelhos Sansung Galaxy III, que chega a custar uns R$ 2 mil. Mas a turma pedia... R$ 300, mas, diante de um pedido de desconto, o celular era vendido por R$ 150. Segue... Uma das ambulantes, inclusive, afirmou que poderia baixar o preço se o cliente colocasse seu celular usado na negociação. Pelo visto, acabaram de criar a "lavagem de celular"."

Via Ancelmo

Formaturas que valem um apartamento

"RIO - Até o fim de 2013, os alunos do terceiro ano do ensino médio do Colégio Santo Inácio (CSI) vão pagar R$ 3 mil cada um para custear a festa de formatura, em dezembro. Ao todo, são 230 jovens. O total (R$ 690 mil), porém, não é suficiente, por isso ao longo do ano, eles vão organizar duas outras noitadas para arrecadar mais R$ 110 mil. A exorbitante cifra de R$ 800 mil o valor de um apartamento de dois quartos em Copacabana será usada para produzir uma festança de proporções nababescas para três mil pessoas.
Eles não estão sós. Nos últimos anos, os formandos das mais tradicionais escolas do Rio transformaram o que seria o fim de um ciclo em megaeventos disputadíssimos, cuja qualidade é medida pelo que a grana torrada em uma única noite pode pagar.
O preço aumenta a cada ano porque impressionar o público ficou cada vez mais difícil diz M. P., de 17 anos, da comissão de formatura deste ano do colégio PH de Ipanema, cuja festa está orçada em R$ 633.600.
Hoje, uma festa de formatura que se preze precisa ter, no mínimo, cinco atrações. Todas brasileiras? Claro que não. Além de pratas da casa como os funkeiros MC Catra, Valeska Popozuda e Anitta, e dos DJs nacionais queridinhos dos adolescentes (Tomás Troia, Johnny Glövez, Ask2Quit e OMG), o negócio só fica bom mesmo se tiver alguma estrela internacional das carrapetas. De preferência, que toque em Ibiza.
Só no ano passado, vieram ao Rio para formaturas DJs como o português Pete Tha Zouk (CSI), o espanhol Sak Noel (Santo Agostinho do Leblon), e o americano Sex Panther (Santo Agostinho da Barra).
As formaturas são as melhores festas do ano hoje em dia afirma A. M., de 16 anos, que se forma este ano no Teresiano. Tem tudo: DJ internacional, seus amigos, bebida liberada... porque não existe formatura sem bebida.
Pais veem distorção
De fato não existe. Além de champanhe Veuve Cliquot, vodka Belvedere e uísque Johnny Walker Green Label, o pacote etílico inclui ambulâncias para casos de coma alcoólico. No banquete, quitutes da Koni Store e do picolé Itália ano passado, o CSI gastou R$ 15 mil só em Kinder Ovo. Para o café da manhã, Dominos Pizza, com direito a motoqueiro entrando no palco. Na festa de 2012 do Santo Inácio, a pizzaria mobilizou quatro lojas e fez 750 pizzas. As fornadas tomaram a madrugada inteira.
Hoje, esse mercado representa 50% do nosso faturamento anual conta Gustavo Mendes, sócio da Koni Store.
Por trás dos megaeventos, quase sempre está o mesmo nome: a Formaideal Obah!. Preferida entre os formandos, a empresa abocanhou o mercado de formaturas, rebatizando-as de galas. Bruno Guedes, um dos sócios, conta que a gala do PH Barra em 2008, no Morro da Urca, foi um marco. Segundo ele, o evento foi sucesso, explosão, sensação:
O lema da nossa empresa é: pode tudo. Mas a gente explica os valores. Os meninos contratam a gente para realizar um sonho. E a gente tem que dizer quanto custa esse sonho.
Em vídeos das festas da Formaideal Obah!, os formandos aparecem extasiados, proferindo ao microfone frases como: É pegação total; Já perdi tudo, menos a dignidade, e Você já viu uma formatura igual a essa?!.
Do outro lado estão os pais, já que a direção dos colégios não se envolve nas festas.
Houve uma distorção tanto da parte financeira quanto da social. Não é mais uma confraternização entre alunos. São eventos alienatórios diz Angela Maia Ohanian, mãe de uma aluna do Teresiano. Acho que 80% dos pais acharam (o valor) exagerado.
Pela primeira vez, os pais do CSI criaram uma comissão este ano. A ideia é acompanhar as decisões. Se vão cortar os excessos, bem, isso é outra história."
OGLOBO

Sinais Dos Tempos (Socialismo vs Capitalismo)

"Parecia piada, em 2010, quando o Partido Socialista Brasileiro registrou como seu candidato a governador de São Paulo o que na França se chamaria “patrão dos patrões” do capitalismo: Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o organismo empresarial mais poderoso do país. Parecia piada, mas não foi: Skaf fez sua campanha, ficou em quarto lugar e obteve 1,038 milhão de votos (4,56% do total), num pleito vencido no primeiro turno pelo governador Geraldo Alckmin, com 50,63% dos votos (11,5 milhões). Ainda não se sabe se Skaf voltará a tentar o Palácio dos Bandeirantes no ano que vem, mas, de todo modo, os socialistas de Eduardo Campos estão de namoro firme com capitalistas poderosos: o bilionário José Batista Júnior, um dos donos do grupo JBS-Friboi —a maior empresa em processamento de proteína animal do planeta –, será o candidato do PSB a governador de Goiás; no Mato Grosso do Sul, os socialistas devem apoiar a candidatura do senador Waldemir Moka, do PMDB, grande porta-voz do agronegócio no Congresso; e, no Mato Grosso, estão atraindo para a legenda o senador Blairo Maggi, do PR, ex-governador do Estado e maior produtor de soja do mundo. No caso de Maggi, não surpreende: este megaempresário se elegeu originalmente pelo PPS, sucessor do Partido Comunista Brasileiro."
Via Setti...

BBB - Entrevista CENSURADA

Interessante esta entrevista.. Bem que poderia passar na hora do programa..

Vejam antes que a Globo retire do Youtube...

Novas tarifas das Barcas

"Cesar Maia (@cesarmaia) tweetou às 9:29 AM on dom, mar 10, 2013: Barcas Rio-Niterói tem a segunda tarifa mais cara do mundo."

SKOL IRÁ LANÇAR SORVETE DE CERVEJA


"O sorvete de cerveja e leite da Skol, proibido para menores de 18 anos, chega ao mercado na próxima sexta-feira (15/03).  O produto será vendido na versão massa, no pote de 81 gramas por tempo limitado. O sorvete será oferecido nos pontos de vendas de quinta a domingo e irá custar R$ 5.    A novidade poderá ser encontrada em 39 bares, sendo 28 em São Paulo e 14 no Rio de Janeiro. A lista completa de bares estará no portal da Skol a partir da próxima semana.

Misturar alimentos e cerveja não é novidade para a marca. Na última Páscoa, a Skol formou uma parceria com a chocolateria Folie para lançar um ovo de Páscoa feito com chocolate trufado e cerveja. O Redondinho, como era chamado, era vendido pelo Facebook e vinha em engradado com seis unidades.

A marca estava estudando a possibilidade de realizar a venda pela fan page do Facebook, mas a ideia foi cancelada. Segundo a assessoria, toda venda será acompanhada de uma promotora nos bares, para garantir que o produto seja vendido apenas para maiores de 18 anos."

Via Skol.com.br

Melhor escapar fedendo do que morrer cheiroso

Na cidade de Samara, na Rússia, um operador de guindaste quase se envolveu em um grave acidente enquanto tentava erguer um trator a 15 m do chão. Por ser muito pesado, o veículo fez o guindaste virar, e o motorista conseguiu escapar no último segundo, antes de ambos os carros tombarem e caírem no chão... TENSO!


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